VII

Da minha vida à tua
Porque não?
Percorro essa estranha distância de Maruípe a tua rua
Lento como quem contempla
Cândido como acordes matinais
Na serenidade das trilhas já calçadas
Em noites insones e doridas
Pois nossos dias repetem-se na outridade do ser
E a próxima telenovela
Também falará de amor
Assim como as cefaleias se seguirão às esbórnias
Pois é normal meu bem
Que quando os dias nascem frios desejemos o verão

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