De volta aos bares

Agoniza
A noite chacinada em bebedeiras

As beiras de calçadas abrigam ébrios
Imersos em suas íntimas
Melancólicas
Manjedouricas sarjetas

Contrariam
O vento da manhã sem sol
Gélida esperança perdida
Soprando aos seus ouvidos surdos
Despedidas

E andando no anti-horário das famílias
Cruzam com opróbio a desmedida
Ficcional existência
Chamada
vida

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